Projeções da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que a doença renal crônica tem potencial para se consolidar como a quinta principal causa de morte em todo o planeta até o ano de 2040. No território brasileiro, estatísticas da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) apontam que o problema já atinge cerca de 10% dos habitantes.
Entre as práticas cotidianas que colocam o sistema renal em risco está o consumo recorrente de anti-inflamatórios sem acompanhamento médico. Esses fármacos são comumente buscados por pacientes para aliviar desconfortos como dores de cabeça, cólicas menstruais, além de dores musculares e articulares.
A médica Bruna Borges chama a atenção para a natureza assintomática da condição em seus estágios iniciais. De acordo com a especialista, as manifestações clínicas costumam surgir apenas quando o órgão já apresenta um nível significativo de comprometimento funcional.











